REGIMENTO INTERNO

Preâmbulo

O Conselho Eclesiástico da Igreja em São Bernardo do Campo, reunido na data de: 17/05/2008 aprovou este Regimento Interno, que será, juntamente com a Bíblia Sagrada e o Estatuto da Igreja, o guia de procedimentos e condutas da mesma. Tendo por finalidade a organização, crescimento e o bom andamento de tudo o que concerne à Igreja em todos os sentidos, o mesmo revela-se como vontade da maioria absoluta, que o aprovou da forma que segue.

REGIMENTO INTERNO

CAPÍTULO I

DO NOME, SEDE E SEUS FINS

Art. l- A Igreja em São Bernardo do Campo, compreendendo a sede e suas filiais, neste Regimento Interno doravante denominada Igreja Evangélica na Obra da Restauração, é uma Associação Religiosa, sem fins econômicos, fundada em 16 de Novembro de 1985, com prazo de duração por tempo indeterminado e número ilimitado de membros.

Art. 2- A instituição tem domicílio, sede e foro nesta cidade de São Bernardo do Campo, estado de São Paulo, localizada na Rua São Tomaz Mouro 88 – Sítio dos Vianas – S.B.C. – S.P.

Art. 3- A instituição tem a finalidade de prestar culto a Deus em Espírito e em Verdade.

Parágrafo único. A Igreja em São Bernardo do Campo adota como forma de governo o modelo Congregacional, aceito como modelo bíblico. A Congregação cabe o direito de gerir os seus negócios dentro da pura democracia. Em suas relações para com Deus, a Igreja é uma Teocracia. Em suas relações para com seus membros, é uma democracia. São os membros que decidem, em Assembléias, respeitando a decisão da maioria e aceitam as decisões do Conselho Eclesiástico.

CAPÍTULO II

DOS MEMBROS, SEUS DIREITOS, DEVERES, ASSOCIAÇÃO,

EXCLUSÕES E REINTEGRAÇÃO.

Art. 4- São requisitos imprescindíveis para tornar-se membro:

I - ter aceitado Jesus Cristo como Senhor e Salvador, mediante pública profissão de fé;

II - apresentar padrão de vida de acordo com os preceitos bíblico, confirmado por testemunho de outras pessoas;

III - tomar conhecimento, na íntegra, do Estatuto e Regimento Interno da instituição, confirmando com assinatura em documento específico;

IV - ser pessoa capaz;

V - ser batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo por imersão em águas, sempre que possível fluvial;

VI - ser heterossexual

 

VII – o que vive maritalmente deve comprovar casamento civil, sob a pena de não ser aceito como membro até acertar a sua situação;

& I-Os absoluta ou relativamente incapazes, além de todas as condições deste artigo, deverão ter autorização por escrito daqueles que os assistem ou representam.

& II – A Igreja em São Bernardo do Campo adota ainda como forma de inclusão no seu rol de membros o sistema de carta de transferência, declaração ou aclamação, sendo que:

I – em caso de aceitação de membro de outra denominação, sempre que possível o mesmo deverá apresentar carta de recomendação, declarando procedimento.

II – se o mesmo vier na condição de obreiro, será aceito na condição de membro comum e estará sendo avaliado por seu testemunho. Sendo aprovado como obreiro, será então reconhecido oficialmente como tal.

III – A Igreja em São Bernardo do Campo como uma Congregação aceita e elimina membros do seu rol através do voto.

Art. 5- Os deveres dos membros são os já citados no art. 8-. Do Estatuto da instituição.

Art. 6- Das exclusões:

Acrescentam-se os seguintes motivos e causas de exclusão aos já citados no art. 9- do Estatuto

l - por falecimento; e por transferência para outra Igreja da mesma fé e ordem.

& l- A Igreja em São Bernardo do Campo doutrina seus membros, de acordo com os preceitos bíblicos citados em Mateus 5:32-19:9 em se tratando de novo casamento, que o mesmo só poderá ocorrer em caso de prostituição que no grego aqui é “porneia”, ou adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual;

& II- perderá a condição de membro aquele que, tendo recebido o ensinamento neste Ministério, separar-se de seu cônjuge sem motivo de adultério, separação essa segundo Romanos 7:2-3 e I Corintios 7:10-11 e contrair novo matrimônio, ou tão somente, viver maritalmente com outra pessoa,

& III - perderá a condição de membro aquele que, tendo recebido o ensinamento neste Ministério, uma vez viúvo ou viúva viver maritalmente;

& IV - serão analisados os casos de pessoas que, desejando tornarem-se membros da Igreja, estejam enquadradas nas situações dos incisos I e II deste artigo, mas nunca tiveram uma experiência com o Evangelho ou na condição de membros de outros ministérios não foram devidamente orientadas.

& V- Uma vez constatado que o membro tornou-se passível de exclusão, a mesma se dará no Conselho Eclesiástico, devidamente convocada para esse fim e mediante voto da maioria. Estando o referido membro ausente a reunião, a exclusão deverá ser notificada por escrito o mais rápido possível.

Art. 7- Da reintegração:

A reintegração do excluído do rol de membros da instituição obedecerá aos seguintes procedimentos:

& 1 – Se o membro foi excluído pelo motivo exposto no art. 6-  deste Regimento Interno, para efeito de reintegração o mesmo deverá apresentar, de igual modo, carta de transferência da última igreja onde constou como membro, estando a critério do Conselho Eclesiástico.

& 2 – Se a exclusão baseou-se no art. 9 do Estatuto e no art. 6- deste Regimento Interno, excetuando-se os incisos I e II do mesmo artigo, a reintegração obedecerá aos seguintes procedimentos:

I - o mesmo pessoalmente apresentará, no Conselho Eclesiástico, o pedido de perdão e reintegração,

II - dependendo do motivo da exclusão, o excluído deverá comprovar junto ao departamento do Conselho Eclesiástico que já fez as devidas reparações só assim o mesmo será apresentado em Assembléia Geral Extraordinária o pedido de perdão e reintegração;

Ill - uma vez aceito o pedido de reintegração, o membro receberá os seus direitos segundo o Art 7- do Estatuto, e em se tratando de pastores, evangelistas e diáconos  os mesmos ficarão sujeitos à avaliação do departamento do Conselho Eclesiástico que verificará se o tal está apto para assumir os seus ministérios com aprovação no Conselho Eclesiástico.

Parágrafo único. O Conselho Elcesiástico se reserva o direito de julgar se a pessoa está plenamente restaurada e que nada há que o impeça de voltar à comunhão.

CAPÍTULO III

AS PROGRAMAÇÕES DA SEDE E FILIAIS

Art. 8. As programações de cultos da Sede e Filiais ficam determinadas da seguinte forma:

I - escola bíblica e Culto Oficial aos domingos, com horários pré-determinados;

II - cultos e Reuniões de segunda-feira ao sábado, de acordo com programação pré­-determinada.

Parágrafo único: Festividades e comemorações (aniversários, campanhas, eventos, e outros), serão realizadas de acordo com o calendário anual do Conselho Eclesiástico, elaborado para esses fins, em harmonia com as programações da Oporb e Agiorb.

CAPITULO IV

DAS DOUTRINAS

Art. 9- O Conselho Eclesiástico da Igreja em São Bernardo do Campo, professa a fé e prática, as quais, de acordo com os mandamentos bíblicos (I Co 14.37), são as que seguem:                                                   I – O lava-pés, conforme texto bíblico registrado no Evangelho Segundo São João 13: 1-20,

II - Uso do véu pelas mulheres, conforme texto bíblico registrado em I Corintios 11:2-16,

III – o ósculo santo, de acordo com o texto bíblico registrado em Romanos 16:16, conforme decisão Ministerial a prática no dorso da mão;

IV – a santa ceia com pão asmo e vinho, conforme texto bíblico registrado em Lucas 22:7-23.

V – o batismo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, por imersão sempre que possível em águas fluviais segundo Mateus 28:19.

VI – as contribuições de dízimos  é um dever segundo Jesus Cristo em Mateus 23:23; as contribuições de ofertas voluntárias e alçadas é uma entrega em adoração a Deus segundo Mateus 5:23-24;

VII- O Divórcio é aceito por esse ministério somente em caso de adultério, ou em análise do Conselho Eclesiástico. Mateus 19:1 a 12

VIII- Cremos na Salvação Eterna – Efésios 02:1 a 10.

VIX – Cremos no Batismo no Esperíto Santo, como uma promessa após a Salvação. Lucas 24:49

X – Cremos nos dons espirituas, segundo I Corintios 12: 1 a 11.

CAPÍTULO V

USO E COSTUMES

Art. 10- Fica de acordo com o convencionado, tendo por base entendimento bíblico em se tratando de usos e costumes que:

& I – os membros devem trajar-se decentemente, de modo que evidencie um padrão cristão, a ninguém constrangendo ou escandalizando, I Tm 2.9-10; trajar-se decentemente entende-se por:

I – não usar roupas transparentes;

II – não acompanhar a moda que fira os bons costumes da decência.

III – calça para mulheres só para o trabalho secular, sendo analisado pelo Conselho Ministerial;

IV – short para homens e mulheres só em caso de trabalho secular, sendo analisado pelo Conselho Ministerial;

& II — ser observado os princípios bíblicos sobre o uso de enfeites, pinturas e pendentes I Pd 3.3;

I – não usar enfeites no corpo como piercing;

II – não usar pinturas dos pés, mãos, cabelos, lábios, face, corpo:

III – não usar pendentes nos pés, mãos, pescoço, orelhas, em exesso.

IV – não raspar a sobrancelha, só em caso de necessidade, em exesso.

& III – ser observado os princípios bíblicos sobre o cabelo crescido da mulher porque lhe é honroso e o cabelo crescido para o homem porque lhe é desonroso, ICor. 11:14-15: I – sobre o uso de a mulher cortar o cabelo será analisado pelo Conselho Eclesiástico.

I – sobre o uso de o homem deixar o cabelo crescido é desonra e será analisado pelo Conselho Eclesiástico.

& IV – em se tratando de casamento cristão, o mesmo ocorrerá dentro do temor do Senhor, sendo que na participação da Igreja os membros deverão continuar obedecendo a doutrina Bíblica, uso e costume da Igreja conforme exposto no Regimento Interno.

& IV – em todo procedimento e conduta, seja em que área for, o membro deverá ser norteado pelo bom senso cristão, e de acordo com as Escrituras, fazer tudo no temor do Senhor Jesus Cristo, na intenção de agradá-lo, I Co 10.31-32, Ef 5.1-21.

 

Parágrafo único. Toda conduta não prevista no Estatuto ou neste Regimento Interno, sendo passível de reprovação, ficará sujeito à avaliação e sanção do Conselho Eclesiástico.

CAPITULO VI

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 11. Este Regimento Interno poderá ser reformado em qualquer Reunião do Conselho Eclesiástico, desde que no Edital de Convocação conste da pauta a referida reforma.

Art. 12. Este Regimento Interno entra em vigor na data da sua aprovação pelo Conselho Eclesiástico convocado para esse fim.

Parágrafo único. Compete ao Conselho Eclesiástico, providenciar que cada membro receba, para efeito de conhecimento, uma cópia do Estatuto e deste Regimento Interno, e confirmem com assinatura em documento especifico que tomaram conhecimento do conteúdo dos mesmos, para que não aleguem deles desconhecer.

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